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numa bela noite refrescante de domingo a madrugada de segunda-feira,
maria comia um bolo de fubá inquieta de touda, no banquinho de madeira daquelas sem cô que de amigo era beim presentada, enquanto sua taça de gelatina fina preenchida com leita até as borda pra molha o bolo de fubá que por uma cagada quântica, errou na medida do bolo de fubá e esse ficou mais seco que a arroz desidratado em panela de república, de dias de sol e queimadura tão quente era o pré-verão, baurucu.
naquela bela cena de intirior cerrado névoa veio assombrar maria que numa avantajada mordida de larica, engasgaste, e descabelaste as lástimas o copo estava quebrado leite que num tinha, de infelicidade se esqueceu da água e ninguém tava lá pra salvá-la, ah!não ser a luz da lua que levou ela esvoaçante num vestido de leite de seda pirlimpimpim, no portão, disse que o mais gostava era mesmo do Dildomar.
Pode entrar mouna, você agora tem asinhas e toca harpinha inté o cabelo alisá.
"maria disse que não sabia mas sempre soube assobiá, quando de paixão tava por debaixo da saia"
domingo, 9 de novembro de 2008
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