quinta-feira, 13 de novembro de 2008

uma sobreloja

xamego de vó que só vó dá, e toda a velhice que pairá no ar que chega em vezes a tornar a vista turva, empoeirada. era esse o cheiro de nossa casa. e ainda tinha a gominho, a 

adolescente da casa, que me traria de volta aos aprendimentos elementares, dos quais até botar o dedo na tomada estaria na lishta. mas especiariamente essa era a essência do cheiro 

de casa de vó, que trazia a lembrança idosa de quem era, pra quem é agora, nós.
me sinto velho de toudo às vezes.
por isso acho que deveria ter conversado mais com minha mãe nas belas tardes de domingo de intirior.

horas depois adentro a madrugada, aquela vó, maria das cores, cuzinhava um bolo de cenoura. que por um pouco mais de esperança não fora um bolo, mas um petit gatou com pequenas 

densas pinceladas de cor-de-cenoura ralada com sua cobertura de chocolate queimada, resolveu o pobrema no sorvete de, chocolate clássico...e o cheiro agradável que corria na 

vizinhança, daqueles que atrai ao sonho do pecador com mãozinhas enluvadas de aroma esfumaçado ou um fetiche, quase como daqueles tipo, tomar sorvete de tangerina no meio da 

madrugada (só depois das duas). depois do banho chuá-chuá, lindra morena dos cabelos cacheados vai gozar o sabor com ou sem Lara.

eu queria é mesmo voltar aos tempos em que bolo de cenoura simplesmente aparecia lá em cima do fogão, até a facarma já tava por debaixo do pano de prato que cobria a mesma 

receita, nesse caso, com sabour de mimos und polichinelos.

domingo, 9 de novembro de 2008

bolo de fubá em casa

mYm

z

numa bela noite refrescante de domingo a madrugada de segunda-feira,
maria comia um bolo de fubá inquieta de touda, no banquinho de madeira daquelas sem cô que de amigo era beim presentada, enquanto sua taça de gelatina fina preenchida com leita até as borda pra molha o bolo de fubá que por uma cagada quântica, errou na medida do bolo de fubá e esse ficou mais seco que a arroz desidratado em panela de república, de dias de sol e queimadura tão quente era o pré-verão, baurucu.
naquela bela cena de intirior cerrado névoa veio assombrar maria que numa avantajada mordida de larica, engasgaste, e descabelaste as lástimas o copo estava quebrado leite que num tinha, de infelicidade se esqueceu da água e ninguém tava lá pra salvá-la, ah!não ser a luz da lua que levou ela esvoaçante num vestido de leite de seda pirlimpimpim, no portão, disse que o mais gostava era mesmo do Dildomar.

Pode entrar mouna, você agora tem asinhas e toca harpinha inté o cabelo alisá.

"maria disse que não sabia mas sempre soube assobiá, quando de paixão tava por debaixo da saia"